
A capa denuncia: os anos 70 chegaram de vez. Ficam de lado os metais e a 'cozinha', o ritmo de Jorge ganha seu rumo definitivo: o swing é do violão. Este é um disco leve, de baixo discreto, voz sem exageros.
Uma variedade de temas (comum daqui para frente) chega às letras: quase ingenuidade com 'Que nega é essa', as complicações de 'Moça', o artesanato místico (pré-chico-e-lobo) de 'O circo chegou', as armaduras de 'Domingo 23', a poesia suada de 'As rosas eram todas amarelas', algo non-sense em 'Quem cochicha o rabo espicha'. Não bastasse, tem ainda as primeiras gravações de 'Fio Maravilha' e 'Taj Mahal'. [fonte]
Ficha Técnica:
Direção de produção: Paulinho Tapajós
Técnicos de gravação: Luigi e Toninho
Arranjos: Osmar Milito (faixas 3, 4 e 11)
Estúdio: Phonogram
Capa: Aldo Luiz
Foto: José Maria Mello
Faixas:
1. 02:06. Morre o burro fica o homem
2. 02:44. O circo chegou
3. 02:03. Paz e arroz
4. 04:58. Moça
5. 03:48. Domingo 23
6. 02:13. Filho maravilha
7. 03:27. Quem cochicha o rabo espicha
8. 02:28. Caramba... Galileu da Galileia
9. 03:32. Que nega é essa
10. 03:52. As rosas eram todas amarelas
11. 05:29. Taj Mahal
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1 comentários:
maravilhoso... tempo da musica sem a influencia das gravadoras, onde a arte ditava o ritimo, onde o cache ... e o jaba não existia, onde a melodia...tocava no corpo... e deixava todos na inocencia de uma epoca, pensando que o futuro era apenas a revolução das maquinas, valeu... eu vivi esta epoca... eu li dias deste num blog alguem dizendo: vou para o passado, la tem mais futuro... se alguem conseguir me de uma carona.. rs rs rs rs ...!!!
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